11. Curso Completo - teoria e prática

11. Curso EaD de Constelações Familiares - Completo

11. Curso EaD de Constelações Familiares - Completo
11. Curso EaD de Constelações Familiares - Completo

O CURSO

 

1. A ciência na contemporaneidade

Nesta categoria o aluno irá pouco a pouco adentrar à uma nova ciência, uma ciência contemporânea, uma ciência que propõe uma mudança de paradigma do pensamento e da consciência, uma integração conectiva de tudo e de todos. É uma categoria básica para adquirir este novo pensar, um pensar sistêmico congruente com os fenômenos das constelações familiares ou constelações sistêmicas.

1.1 A interdependência entre o micro e o macro; uma co-criação da vida – gratuito - duração vídeo aula 9'38

O vídeo propõe reflexões sobre o pensamento sistêmico, onde tudo está conectado, mostrando a nossa pequenez frente a grandeza do universo e da consciência maior.

1.2 Introdução: objetivos e conteúdos do curso – gratuito - duração vídeo aula 9'40

Visando dar ao aluno a informação de todo o conteúdo do curso em seu processo de aprendizagem, este vídeo traz os conteúdos abordados para os determinados objetivos propostos.

1.3 A ciência contemporânea: uma ciência sistêmica - duração vídeo aula 16'30

O que é sistema?  Como vivemos o pensamento sistêmico em nossas vidas?  Acreditamos realmente que estamos todos interligados?

1.4 Interconexões: o padrão da vida - uma melodia vibrante - duração vídeo aula 15'19

Baseado na metáfora da melodia quando observa-se que “a essência da melodia está nas relações” podemos observar que a vida também, se descobre nas suas conexões de vibração e frequência. Como estas conexões podem mudar?  O que realmente ocorre com as conexões tensas?

1.5 O padrão de organização da vida na ciência sistêmica, o padrão rede - duração vídeo aula 31'26

Uma das propriedades dos sistemas é seu padrão de organização e a vida se constitui em um padrão de organização, a conexão de tudo e todos constituído como padrão rede.  Este vídeo aborda as propriedades dos sistemas traçando um paralelo destas propriedades com as constelações familiares.

1.6 Propriedades dos sistemas na autotranscendência – gratuito - duração vídeo aula 9'43

Trazemos dentro de nós uma consciência moral que nos conduz, que concerne a inteligência espiritual segundo Danah Zohar.

1.7 Concepção sistêmica da vida – conexões que se mostram na corporalidade - duração vídeo aula 17'32

O paradoxo da aceitação mostra que, querer aceitar já evidencia a não aceitação e, a não aceitação é uma exclusão que o corpo mostra. É no corpo, tido como banco de dados, que temos a melhor bússola para o bom uso da sincronia entre a consciência pessoal e a consciência maior.

1.8  A ciência das constelações familiares, uma ciência que transcende - duração vídeo aula 18'13

As constelações familiares são a ciência do fenômeno: uma ciência que incide do olhar do observador. Observador e observação como um mesmo fenômeno.

2. Sistemas familiares

A visão sistêmica dos sistemas familiares permite ao constelador localizar nas “ordens do amor”, onde se encontra o indivíduo na sua estrutura sistêmica, nos processos do ciclo vital atual e anterior, e no seu padrão de interação. 

2.1 O pertencimento - duração vídeo aula 24'10

Este filme traz um exercício de pertencimento. Quem pertence ao sistema familiar e quais pessoas devemos considerar como pertencentes à consciência familiar. Outros tópicos abordados:

- ser representante e os campos de ressonância. 

- a questão sistêmica nos casais. 

 - movimento interrompido.

2.2 Quem pertence - duração vídeo aula 17'16

Este filme contribui com reflexões nas dinâmicas de enteados e parceiros posteriores. 

2.3 Diagnóstico sistêmico nos sistemas familiares - duração vídeo aula 24'03

O indivíduo como pertencente ao sistema familiar no tempo presente, traz em si informações dos fatores de estresse do seu sistema familiar. Neste filme, através de casos e exemplos, consideramos as propriedades sistêmicas de: “padrão, estrutura e processo”, analisada sob o ângulo das ordens do amor.

3. Multigeracionalidade sistêmica 

Esta categoria atinge o ponto central das constelações familiares – receber a vida dos pais e tudo que isso implica para a nossa completude. “tomar como é”.  Também aborda aspectos sobre o trabalho de ser representante e o processo de desenvolvimento do constelador.

Revisita a multigeracionalidade através do genograma, que é a base das constelações individuais com bonecos mostrada na repetição dos padrões interacionais que ocorrem em múltiplas gerações constituindo um campo mórfico.

3.1 Multigeracionalidade sistêmica

Na multigeracionalidade sistêmica os membros posteriores, que vivem no momento presente, passam a representar os anteriores, representam sua ancestralidade em si mesmos por lealdades de pertencimento à consciência familiar em uma compensação de alguma exclusão anterior, independente de tempo e espaço.

3.2 Completude – tomar os pais

Onde está a nossa completude?  Nossa completude está em tomar todo o suco, o suco da vida que recebemos através dos nossos pais

3.3 Completude – vivos e mortos

Todos pertencem ao sistema, vivos e mortos e enquanto os mortos não fores incluídos e respeitados, o sistema não alcança sua completude e os vivos não alcançam sua paz. Na completude, o filho, pertencente à esta trindade (pai, mãe e filho) é o futuro, a vida que continua adiante garantindo a espécie.

3.4 Genograma – a base das constelações – degustação

É um vídeo que demonstra, através do exercício com genograma (técnica de investigação da multigeracionalidade) de onde vem a seiva que nutre a vida

3.5 A criança dos seus pais

Quem é o nosso cliente? A resposta à esta pergunta nos remete ao nosso lugar enquanto profissional nos conduzindo à muitas compreensões de como trabalhar e o que trabalhar nas constelações individuais. As crianças pertencem ao campo de emoções e implicações dos pais e mostram em si o que os pais vivem.

3.6 Tomar os pais 

Como vemos e tomamos a nossa mãe? Como ela é ou como eu me arrogo a pensar que ela deva ser?  Quais os malefícios consequentes da não tomada dos pais?

3.7 Filhos são a ressonância dos seus pais

Os filhos não se permitem serem mais felizes que seus pais!

Este vídeo responde à muitas questões dos alunos no desenvolvimento do constelador e como o constelador pode se trabalhar lembrando, que também, o constelador é a criança dos seus pais e, portanto, a ressonância dos mesmos. 

3.8 Tomar os pais quando não estão disponíveis

A ilusão dos pais perfeitos. É assim que vivemos nossas expectativas infantis com relação aos nossos pais e muitas vezes não percebemos o quanto eles são apenas pessoas bem normais e, apenas, são as crianças de seus pais – “tomo você com suas dores, com suas perdas e seus emaranhamentos” – “você é o melhor para mim”

3.9 Repetições multigeracionais

Quem pode constelar quem? Inicialmente mostra as reflexões sobre a ordem nas múltiplas gerações para o trabalho do constelador. No sistema familiar, os pais dão e os filhos recebem 

4. Dinâmicas familiares

Os sistemas familiares se constituem na base de todo o sujeito. É através dos pais que um filho recebe a vida e todas as demais heranças e também, na sua relação com eles, estabelece os seus padrões interacionais.  Muitas são as dinâmicas que envolvem os sistemas familiares são dinâmicas ocultas geradoras de conflitos que buscam pertencimento, compensação e equilíbrio sistêmico.

Nesta categoria é abordada a principal dinâmica proposta por bert hellinger; o movimento interrompido – que é analisado sob a ótica do desenvolvimento do apego.

4.1 Dinâmicas familiares

Este vídeo inicia a categoria das dinâmicas familiares, dinâmicas ocultas presentes nas relações familiares geradoras de conflitos e sofrimentos.  Aporta sobre a completude de cada indivíduo, como buscar a inteireza e por consequência, a força para a vida. Também fala do vínculo primário, vinculo gerador de todos os demais vínculos estabelecidos na vida do sujeito

4.2 Função materna: padrão de interação do vínculo

A função materna têm seu modelo fundamentado na experiência infantil de ser filha e, os padrões relacionais da mãe com a filha se repetem por muitas gerações (multigeracionalidade sistêmica). Portanto, o que se aprendeu  em sua experiência própria é o que se  tem para passar adiante

4.3 Movimento interrompido

Na multigeracionalidade sistêmica muitas vezes a criança não consegue tomar sua mãe porque ela não está disponível pois está emaranhada às questões da sua família de origem. Quais são as dinâmicas da criança frente a esta condição?

4.4 Movimento interrompido – individual e sistêmico

Além do movimento interrompido individual temos o movimento interrompido sistêmico ou seja, o movimento interrompido do sistema familiar. O vídeo aborda o movimento interrompido do sistema maior nas etapas de vida e morte. O movimento interrompido abrupto na vida trazem suas consequências na morte. A posição de nascimento dos irmãos e algumas das dinâmicas para os filhos também são aportadas

4.5 Conflitos na conjugalidade – lealdade da criança

Sempre que os pais apresentam dificuldades relacionais no casal, a criança fica dividida em sua lealdade principalmente nas situações de triangulações:  a criança pensa que precisa se aliar a um dos pais em detrimento do outro. O filho não consegue tomar ambos os pais juntos e fica dividido em sua completude se identificando com o parceiro excluído.

4.6 Filhos emaranhados a parceiros anteriores

As rupturas relacionais de parceiros anteriores ao casamento geram dinâmicas ocultas geradoras de conflitos familiares entre pais e filhos em função do equilíbrio sistêmico assim como, na sua grande maioria, a perda do primeiro filho.

4.7 Triangulações relacionais: filhinha do papai e filhinho da mamãe

Quando a criança sai do seu lugar de filho e vai para o lugar do sistema conjugal, o lugar dos pais, o lugar dos grandes, embora seja com uma boa intenção, ela sofre várias consequências negativas. A criança sempre pertence a esfera dos adultos e está a serviço dos seus pais, faz qualquer coisa por eles.

5. Constelações familiares

Nesta categoria são abordados as bases que norteiam as constelações familiares, seus princípios nos relacionamentos humanos– pertencimento, equilíbrio e ordem e, as consciências - pessoal, grupal e universal. Apontando muitas dinâmicas na integração e correlação entre eles.

5.1 Histórico e desenvolvimento – interações positivas: relação congruente com a consciência maior

Este vídeo versa sobre o histórico das constelações familiares e a possibilidade de personificação em todas as relações

 

5.2 Fenomenologia e entrelaçamento quântico

O fenômeno só acontece através do olhar do observador. É o observador quem determina o fenômeno e ambos, observador e fenômeno, recursivamente, formam um novo fenômeno. Como o fenômeno acontece nas constelações familiares?

 

5.3 Fundamentos e princípios: Pertencimento e equilíbrio

Este vídeo aborda sobre os princípios dos relacionamentos humanos e como são vivenciados. Também aborda sobre quais são os sentimentos que provoca no sujeito, na atualidade de sua vida

 

5.4 A ordem – vinculação por emaranhado

Como funciona o dar e receber nas relações de iguais para uma boa ordem nos relacionamentos. Também aborda sobre a ordem nas relações de hierarquias diferentes. Quais são as consequências das desordens?

 

5.5 Integrando as bases: princípios e consciências: consciência pessoal, familiar e consciência maior

Através dos sintomas a atuação das constelações familiares se faz presente. Através da dor como desvio do amor. Este vídeo aporta sobre as diferentes consciências (pessoal, familiar e universal) no sintoma e na solução

 

5.6 Dinâmicas da multigeracionalidade sistêmica I

Quais informações são importantes para o constelador frente ao seu cliente? Nossos clientes são as crianças dos seus pais e seus pais são as crianças dos pais deles.

 

5.7 Dinâmicas da multigeracionalidade sistêmica II

Como se mostram as diferentes consciências das constelações familiares (pessoal, grupal e universal) nos fatos da vida. A consciência do problema e a consciência da solução

 

5.8 Meus ancestrais em mim: emaranhamentos sistêmicos no pertencimento e na ordem I

Através dos sintomas vivenciados, o membro atual da família pode chegar à solução, podendo incluir a todos os ancestrais excluídos independentemente de saber/conhecer quem era e o que aconteceu.

 

5.9 Meus ancestrais em mim – emaranhamentos sistêmicos no pertencimento e na ordem II

Através da identificação o descendente, que vive na atualidade, se vincula ao antepassado se compromete em uma lealdade invisível – “eu sigo você na exclusão” ou, “eu como você” e, “por amor à você, eu faço isso no seu lugar”.  Contratos da infância de um amor cego e infantil, salvador, heroico.

 

5.10 Dar e tomar – vitima e agressor

Este vídeo traz os sintomas. Quando nascemos ganhamos, através dos nossos pais, a vida. Com ela, herdamos tudo, inclusive os emaranhamentos. A aceitação de tudo como é libera e permite ao constelador estar aberto ao fenômeno das constelações.

 

5.11 Dar e receber em relações de dano – vítima e agressor

O que aparece no campo das constelações? O campo oferece as informações para o cliente e para o constelador e ambos podem acessa-las. Dinâmica na identificação à vítima e ao agressor: “eu como você”.

 

5.12 Integrando as bases: princípios e consciências - sintomas e soluções dos princípios

As constelações se pautam em três princípios dos relacionamentos: pertencimento, equilíbrio e ordem. Quais os sentimentos que cada princípio repercute no indivíduo nas diferentes consciências – consciência pessoal, familiar e universal

 

5.13 Integrando as bases: os campos de consciência I – disfunções de ordem

Este vídeo aborda os três campos de consciência – consciência pessoal, grupal e universal – observando o princípio do equilíbrio, no dar e receber nas relações. Também aporta algumas reflexões sobre o princípio da ordem – o lugar de cada um no sistema familiar

 

5.14 Integrando as bases: os campos de consciência II – hierarquia entrelaçada dos campos de consciência

Na atualidade, a vida que vivemos neste tempo presente, estamos a serviço de toda uma ancestralidade vivendo em mim, as questões pendentes da consciência do grupo.  Aporta também as características de cada consciência – pessoal, grupal e universal

 

5.15 Integrando as bases: os campos de consciência III – perda de filhos

Através de um caso, pode-se observar como ocorre, nas três consciências, os emaranhamentos e identificações das múltiplas gerações. Qual a solução? Como transformar a dor em amor?

 

5.16 Integrando as bases: os campos de consciência IV – a inclusão dos mortos – consciência grupal

Na consciência pessoal só fazem parte os vivos mas, na consciência grupal e universal, vivos e mortos têm a mesma importância, todos fazem parte: destinos trágicos, agressores e vítimas, etc... Neste vídeo, cada consciência e sua características são exploradas passo a passo

 

5.17 Integrando as bases: os campos de consciência V – dinâmicas de pertencimento e o acesso à não-localidade da consciência maior

Acompanhando as dúvidas da turma, o vídeo mostra muitas questões: a) as múltiplas dinâmicas de pertencimento nas crenças das identificações familiares: de gênero, nas alianças ao pai ou à mãe.

B) a ressonância sistêmica do cliente e do terapeuta na contratransferência.

C) o acesso à consciência não-local é um ato criativo, é o acesso à consciência quântica, um acesso à novas probabilidades. Como podemos fazê-lo?

 

5.18 Integrando as bases: os campos de consciência VI – agressor e vítima – o destino

Caso clinico que mostra a relação de emaranhamento multigeracional de agressor e vítima: uma mãe agressora que vê no filho seu marido. Um bom exemplo da contaminação da relação do sistema conjugal (marido e mulher) no sistema parental; pais e filhos.

 

6. Ordens de ajuda  

Para Bert Hellinger, ajudar é uma arte. Como toda arte, faz parte dela uma faculdade que pode ser aprendida e praticada. Também faz parte dela uma sensibilidade para compreender aquele que procura ajuda; portanto, a compreensão daquilo que lhe é adequado e, simultaneamente daquilo que o ergue, acima de si mesmo, para algo mais abrangente. (Bert Helinger, ordens da ajuda, 2005)

Através do centramento, que é passar do nível de individualidade para uma conexão com a consciência maior, a postura do constelador, no seu processo de desenvolvimento e entrega à serviço do todo, deve seguir os 05 princípios das ordens de ajuda:

- equilíbrio entre o dar e o receber

- respeitar o destino do cliente

- relações de adulto x adulto

- ajuda sistêmica

- inclusão de todos sem julgamento

6.1 Introdução 

Através do centramento é passar do seu nível de individualidade para uma conexão com a consciência maior. A postura do constelador no seu processo de desenvolvimento de entrega à serviço do todo.

 

6.2 Centramento - o processo de tomar a vida através dos pais

Este vídeo justifica a importância do centramento do constelador a fim de desenvolver sua entrega à conexão com a consciência maior, que une a todos e que promove a solução na reconciliação. Aborda também os 5 princípios das Ordens da ajuda segundo Bert Hellinger.

 

6.3 Conexão com "o algo maior". Meditação: preparando-se para o campo espiritual

Este vídeo mostra uma forma de se buscar o centramento através de uma meditação conduzida que nos conduz à um estado meditativo de paz.

 

6.4 Eu quântico e algo maior - o processo de entrega do constelador à consciência maior

O vídeo traz reflexões sobre como as constelações promovem informações sobre as relações e conexões que se estabelecem com pessoas e situações. Fala sobre a postura do constelador no desenvolvimento do seu processo de entrega à sintonia do Eu quântico com a consciência maior

 

6.5 a intenção de ajudar

Este vídeo mostra o que acontece quando o constelador permanece na intenção de ajudar e o que acontece quando ele se coloca à serviço da ajuda. Também aborda questões sobre os representantes que participam das constelações nos movimentos da alma, uma forma de desenvolvimento na entrega.

 

6.6 o destino

Este vídeo mostra que respeitar o destino do cliente através da aceitação do seu destino próprio e na aceitação de tudo como é, no movimento da consciência maior mostrando a importância do lugar do ajudador em consonância com as ordens do amor.

 

 

7. Campos de influência e interdependência

Esta categoria versa sobre os diferentes campos de influência e interdependência, campos de informação em constante formação. São campos entrelaçados e interconectados. Vivemos em campos que acessamos a todo momento desde o campo maior, universal, cósmico até campos de pertencimento como o campo mórfico. Estamos envoltos em campos humanos em constante co-criação da vibração da vida.

7.1 Espaços de interconexão e influência – campos de informação

Este vídeo traz a explicação do campo akáshico – o espaço que está no todo e que contém as informações de tudo o que já aconteceu e que se auto-informa numa parceria constante com a nossa co-criação.

 

7.2 Campos de influência e interdependência 

Rupert Sheldrake em palestra intitulada “a delusão da ciência” que versa sobre o livro: “ciência sem dogmas” propõe reflexões que questionam a ciência clássica. Nestes questionamentos podemos localizar questões confirmadas pelas constelações familiares que nos conduzem à ciência da complexidade.

Este vídeo traz algumas reflexões sobre a nossa constante conexão com algo maior, em eterna co-criação vibratória através das nossas emoções. Também aborda sobre o campo mórfico.

 

7.3 Campos mórficos – campos de pertencimento

Além do vídeo com o Rupert Sheldrake falando dos campos mórficos, que trazem as informações dos nossos campos de pertencimento, o vídeo aporta reflexões para tomada de consciência do campo mórfico e campos humanos na influência e interdependência de todos os campos.

 

7.4 O entrelaçamento quântico: o emaranhamento sistêmico das constelações familiares

O que é um emaranhamento sistêmico? Como a ciência descreve este fenômeno? Após discutir sobre dois filmes que versam sobre o emaranhamento quântico foram apontadas experiências vivenciadas nos exercícios de emaranhamento sistêmico.

 

7.5 O uso dos campos de influência no atendimento individual

Quando o constelador está a serviço do cliente em seu processo de maturação e entrega ambos, constelador e cliente têm acesso ao mesmo campo de influência informativa. 

 

 

8. Constelações familiares no atendimento individual

O método de constelações familiares no atendimento individual foi desenvolvido por Sieglinde Schneider e se pauta na estrutura do genograma ou genosociograma. Este trabalho se fundamenta na postura do ajudador e traz algumas características próprias para o seu bom uso. Nele pode-se utilizar alguns materiais (bonecos, âncoras, chapéus, etc...) Para “materializar” os campos sistêmicos do cliente.

 

8.1 Campo das constelações fenomenológicas

Este vídeo traz o campo das constelações familiares no atendimento individual, sua aplicabilidade prática e algumas observações que devem ser consideradas para o atendimento. Observar quais mensagens comunicam o comportamento do cliente das que diferem das mensagens da alma. As mensagens da alma sempre estão em ressonância com as ordens do amor

8.2 O lugar do constelador

Este vídeo propõe-se uma reflexão sobre o lugar do constelador e a influência da sua postura no fenômeno das constelações. Propõe que a força do constelador, sob o ponto de vista sistêmico, se encontra na vinculação com os desprezados da família.

8.3 Material utilizados nas constelações individuais

Este vídeo mostra algumas posturas do constelador no manejo dos atendimentos individuais e algumas dinâmicas sistêmicas

8.4 Constelações familiares no atendimento individual

Este vídeo mostra o método da Dra Sieglinde Schneider, autora do método de constelações com bonecos. Mostra a aplicação prática das constelações familiares no atendimento individual com bonecos

8.5 Metodologia das constelações com bonecos II

O vídeo mostra algumas reflexões sobre o caso clinico atendido pela Dra Sieglinde Schneider e o método utilizado. Discussão sobre a escolha e posição dos bonecos

8.6 Mensagens inconscientes e analógicas

Neste vídeo podemos verificar algumas posturas e ações do constelador a serem tomadas antes e durante os atendimentos. 

8.7 O uso continuo das constelações

Precisa-se de um tempo de intervalo entre as constelações? Este é o foco das reflexões deste vídeo. O que pode ser trabalhado com crianças com as constelações familiares? Questões respondidas neste vídeo.

8.8 Gramática das constelações familiares

 

8.9 O processo do atendimento – linha do tempo nas constelações com bonecos

Este vídeo versa sobre os passos da trajetória do trabalho com bonecos, um método de visitação do cliente em seus emaranhamentos. Como pode ser usada a metodologia das constelações familiares com bonecos? Qual a importância da organização dos bonecos para o cliente se situar em seu mapa espacial?

8.10 Pergunta sistêmica: o amor da criança que através da sua dor mostra o seu amor

A importância da ordem na postura do constelador, quem ele pode constelar? Quais as consequências de estar fora da ordem? Tudo o que está acontecendo no presente, está ligado ao que aconteceu em seu sistema. São estas as reflexões que se fazem atuantes neste vídeo.

8.11 Manejo na escolha dos bonecos

O vídeo traz explicações sobre a escolha e o manejo com os bonecos nos atendimentos. Também aborda questões de “como o cliente nos passa as suas informações sistêmicas”.

8.12 Os sintomas e o processo da constelação

Quais informações são importantes para o constelador localizar na narrativa do cliente? O vídeo além de responder estas questões, aporta algumas dinâmicas das vinculações sistêmicas.

 

8.13 Quando você é um constelador?

Atuação ou postura de vida? A filosofia das constelações familiares integra a vida pessoal e profissional do constelador. O vídeo contribui com algumas dinâmicas das vinculações sistêmicas.

8.14 Repetição do nome – carregar em si a carga do outro

Quais as consequências da identificação através do nome? Como os descendentes podem obter a benção dos antepassados?  Famílias reconstituídas: como organizar a ordem?

9. Prática – dinâmicas de manejo

Nesta categoria é mostrado diversas dinâmicas de supervisões de casos realizados com os bonecos. Uma ótima forma de aprender sobre algumas dinâmicas familiares e sobre os posicionamentos dos bonecos. Enfatizando a questão fenomenológica e a entrega do constelador ao campo do cliente. Observamos que as lealdades de pertencimento se encontram presentes nos diferentes casos induzindo à diferentes sintomas.

 

9.1 Crises de ansiedade

Este vídeo mostra um caso de supervisão de um cliente que sofre de crises de ansiedade e por este motivo, busca uma comprovação de sua normalidade. A dinâmica aparente de ansiedade é o sintoma de uma disfunção de ordem.

 

9.2 Tentativa de suicídio

Adolescente de 16 anos que já tentou suicídio e que solicita terapia: “querida mamãe, eu vou no seu lugar”. O vídeo aborda na dinâmica implícita, o amor cego dos filhos que querem salvar seus pais.

 

9.3 Dinâmica de adoção

Além da dinâmica de uma adolescente adotada que não quer falar de seus pais e para esta situação, são sugeridas algumas posturas, este vídeo também aborda reflexões sobre a utilização de bonecos no trabalho terapêutico (uma materialização das conexões da alma).

 

9.4 “Me desligo como você papai”

Uma forma maravilhosa de lealdade no amor onde a cliente mostra através do “desligamento” ou distração mental e confusão, a metáfora da alteração de identidade do pai que rompeu com o avô.

 

9.5 A força das constelações com bonecos

Um caso de aborto provocado no qual o ajudador se envolve pessoalmente quanto ao aborto e percebe seu envolvimento passando mau. O vídeo aponta para a contra transferência do ajudador na sua sensação de “não validação da criança”.

 

9.6 Emaranhamento sistêmico de abuso sexual.

Este vídeo propõe as frases de harmonização da conexão vítima / agressor, abusado / abusador para que a cliente possa sair de seu desamparo e paralisia no medo.

 

9.7 A criança que nasce após um aborto

Constelando a auto exigência: a criança que nasce após um aborto e as dinâmicas consequentes desta posição de nascimento. O desejo da criança em ser vista por seus pais que se encontram envolvidos na perda e que, para isso, se exige e faz muito.

 

9.8 Uma força de ir para frente: constelação de decisão

Constelação da decisão de tomar o trabalho com constelações familiares após o curso. Como um simples trabalho com as imagens internas do cliente podem oferecer a força para ir para frente

 

9.9 A ancestralidade vivida na dor através da dispersão

Um caso claro de vítima e agressor na ancestralidade. A inquietação e a dispersão são os sintomas iniciais relatados. Após o manejo, o vídeo aporta algumas reflexões sobre o mesmo.

 

9.10 Casal um encontro sistêmico

Supervisão de um atendimento de casal. Verificação do emaranhamento sistêmico: o que leva à escolha um do outro?   A responsabilidade de ambos sobre o vínculo. Quem olha para a relação do casal?

 

9.11 A presença do “não” às constelações

Atendimento à uma aluna que diz sim e não ao seu trabalho como consteladora. A representação com os bonecos às suas questões. 

 

9.12 Você não é o homem certo para mim

Supervisão de um atendimento de casal que não sabe se deve se separar ou não. O constelador busca compreender para onde deve olhar frente aos emaranhamentos do casal.

 

9.13 trabalhando a contra-transferência do caso: você não é o homem certo para mim

As questões do constelador transferidas na cliente. Pergunta sistêmica: o que leva ele a escolher uma mulher que não o valorize e o que leva ela a escolher um homem que ela exclui.

 

9.14 Personificação do padrão de interação “alienado” do cliente

Um caso de supervisão de um atendimento de uma adolescente cujos pais usaram drogas e a adolescente se mostra alienada. Quais as orientações dadas para este trabalho?

 

9.15 O amor na dor: “igual você mamãe”

Supervisão de um atendimento no qual o cliente é uma criança que sofre maus tratos da mãe por esta identifica-lo com o pai ao qual a mãe nutre muita raiva

 

9.16 O amor na dor: “mamãe eu vivo” 

Trabalhando a contra-transferência do constelador no atendimento ao caso da criança que sofre maus tratos pela mãe.

 

9.17 Você é o grande papai

Atendimento à queixa – “depois que me separei, não arranjei mais ninguém”. Campos de pertencimento e chapéus no trabalho em tomar o pai desqualificação do pai por causa do alcoolismo.

 

10. Treinando o constelador

A categoria “treinando o constelador” trás a prática supervisionada em seu passo- a-passo com exercícios e vivências em constelações com bonecos, chapéus e outras âncoras.

 

Os vídeos mostram as diferentes dinâmicas trabalhadas através das queixas e casos clínicos supervisionados. São mostrados as posições dos bonecos e as informações pertinentes à estas posições com orientações e intervenções diretas. Nestes vídeos você terá acesso direto a prática e manejo do método do atendimento individual. 



10.1 Como constelar com bonecos a questão de “escolhas”

Através do manejo dos bonecos e acompanhamento do cliente, o constelador pode ajudar nos processos de escolhas na vida

 

10.2 O comportamento da filha

Queixa da mãe a respeito do comportamento autoritário da filha sobre ela. O vídeo mostra o manejo do processo de obtenção de informações. 

 

10.3 Caso clinico de ansiedade

Você pode acompanhar o passo-a-passo de um atendimento supervisionado com as diferentes fases de identificação das dinâmicas da alma e as frases de cura.

 

10.4 A base das constelações com bonecos

Neste vídeo é mostrado as etapas no processo do atendimento individual com bonecos, as informações enriquecedoras de cada movimento e da imagem inicial colocada pelo cliente.

 

10.5 Filhos nascidos após aborto

O vídeo aborda algumas dinâmicas que ocorrem com os pais e com as crianças quando da perda de filhos antes do cliente.

 

10.6 O lugar do terapeuta na relação de casal

O vídeo trás a supervisão de um caso cujo cliente pede para se separar. Trás reflexões sobre as possibilidades de manejo do terapeuta constelador nesta intervenção.

 

10.7 “Igual a você mamãe” – a enxaqueca do pertencimento

Aborda as questões do vínculo no amor ou na dor. Evidencia a dinâmica de emaranhamento na dor para o pertencimento. Quando o cliente não toma os seus pais no amor, seu pertencimento se dirige para a identificação no negativo.

 

10.8 Da obsessão ao suicídio – “você também faz parte”: incluindo o excluído

Supervisão de caso clinico onde é observado o emaranhamento sistêmico na dinâmica de suicídio.

 

10.9 O campo das constelações individuais com bonecos e seus posicionamentos

Em qual posição devemos iniciar colocando o boneco que representa o cliente?  Onde está o tempo presente? Algumas questões como estas se encontram respondidas neste vídeo.

 

10.10 As nossas crianças grandes

Quem põe os bonecos?  Como se prepara o campo de trabalho? Quem coloca a imagem inicial? Como começar a constelação? Perguntas respondidas através da orientação direta sobre os exercícios executados pelos alunos. Casos práticos de grande aprendizagem.

 

10.11 Reorganizando as posições – a pergunta sistêmica

Através de uma constelação com bonecos cuja queixa é de problemas no relacionamento com o marido que se repete ha 4 gerações, os alunos puderam ser orientados nos posicionamentos dos bonecos e a importância da pergunta sistêmica para uma boa solução.

 

10.12 O desrespeito ao masculino – dificuldades na escola

Constelação do neto cujo sintoma é problemas na escola. Os pais são separados e a avó mostra o desrespeito ao masculino colocando bonecas femininas nos lugares dos homens de sua família.

 

10.13 Pergunta sistêmica no caso de perdas: filhos nascidos após aborto

O vídeo trás uma demonstração com os bonequinhos das diferentes dinâmicas que acometem as crianças que nascem após filhos abortados e / ou perdidos.

 

10.14 Constelações individuais – uma ferramenta

O vídeo apresenta um atendimento de constelações com a mãe de um rapaz com transtorno bipolar, sua vinculação à ancestralidade. Foram utilizados inicialmente os chapéus e posteriormente a terapeuta se pôs como representante desta ancestralidade.

 

10.15 Reflexões da prática do caso de transtorno bipolar

A polêmica do trabalho realizado no ítem 10.14 com a entrega e manejo do constelador foram geradoras de muita aprendizagem e reflexões sobre a postura do constelador, sua entrega ao campo e maneira de condução do trabalho.

 

10.16 O trabalho com os mortos – a presença da ausência

Algumas observações das constelações familiares, no trabalho com os mortos, que podem ser usadas e reconhecidas como necessárias para a completude da morte – a ferramenta dos chapéus.

 

10.17 O uso dos chapéus nos exercícios de ordem

Este vídeo traz uma demonstração do exercício de ordem, o lugar de cada um em sua família, com o uso de chapéus como ferramenta de apoio.

 

10.18 “Como você vovó”- “vocês são os grandes para mim”.

O filme traz dois casos - no primeiro, uma intranquilidade na parceria leva à consciência de sua identificação com o pai e à percepção do sentimento transferido da vó. No segundo caso, a companheirinha do papai que sai do seu lugar sente em si a confusão mental.

 

10.19 Medo do fracasso – a inclusão do país de origem

Inicialmente o filme mostra a não necessidade de muitas conexões que podem atrapalhar alguns insights do cliente e em seguida um caso clinico de emoção transferida e lealdade ao bisavô e o medo de também não conseguir nada.

 

10.20 Dificuldade de contato dos pais – dermatite atópica

Caso clinico da filha que apresenta dermatite atópica representando metaforicamente a dificuldade de contato dos pais em sua sexualidade.

 

10.21 A dor do amor – intolerância com o marido

Uma constelação do sintoma - intolerância e brabeza com o marido. A intolerância advém do medo de ele ter outras mulheres. Minha mãe fala que minha avó era muito brava – “precisamos esmagar os homens” é a frase que me vêm - “eu sei que por trás da raiva tinha muito amor, tanto que você não quis mais viver”.

 

10.22 Manejos terapêuticos

O vídeo aporta alguns manejos no trabalho das conexões com os sintomas em suas identificações com a ancestralidade no manejo dos bonecos.

 

10.23 Constelações na escola – colocar as crianças na ordem

Uma das alunas, que têm uma pré-escola, iniciou seu treinamento com os bonecos aplicando exercícios, com os bonecos, com crianças que apresentavam dificuldades na escola e verificou que seu “pequeno trabalho na ordem destas famílias foi elemento gerador de uma grande ressonância.

 

10.24 A presença da ancestralidade no método: perguntas e respostas

Este vídeo traz reflexões esclarecedoras e explicativas sobre o método na ancestralidade. Também aporta questões como o comprometimento do cliente em seu retorno, a ansiedade do constelador na formação de grupos e o que é “estar a serviço”.

 

10.25 Treinando as posições dos bonecos na constelação

 

10.26 Relação de casal - quem constelar

 

 

 

 

 


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