3. Multigeracionalidade sistêmica

3. Multigeracionalidade Sistêmica

Multigeracionalidade Sistêmica
3. Multigeracionalidade Sistêmica

O CURSO

3. Multigeracionalidade Sistêmica 

Esta categoria atinge o ponto central das constelações familiares – receber a vida dos pais e tudo que isso implica para a nossa completude. “Tomar como é”.  Também aborda aspectos sobre o trabalho de ser representante e o processo de desenvolvimento do constelador.

Revisita a multigeracionalidade através do genograma, que é a base das constelações individuais com bonecos mostrada na repetição dos padrões interacionais que ocorrem em múltiplas gerações constituindo um campo mórfico.


3.1 MULTIGERACIONALIDADE SISTÊMICA

Na multigeracionalidade sistêmica os membros posteriores, que vivem no momento presente, passam a representar os anteriores, representam sua ancestralidade em si mesmos por lealdades de pertencimento à consciência familiar em uma compensação de alguma exclusão anterior, independente de tempo e espaço.

 

3.2 COMPLETUDE – TOMAR OS PAIS

Onde está a nossa completude?  Nossa completude está em tomar todo o suco, o suco da vida que recebemos através dos nossos pais

 

3.3 COMPLETUDE – VIVOS E MORTOS

Todos pertencem ao sistema, vivos e mortos e enquanto os mortos não fores incluídos e respeitados, o sistema não alcança sua completude e os vivos não alcançam sua paz. Na completude, o filho, pertencente à esta trindade (PAI, MÃE e filho) é o futuro, a vida que continua adiante garantindo a espécie.

 

3.4 GENOGRAMA – A BASE DAS CONSTELAÇOES – DEGUSTAÇÃO

É um vídeo que demonstra, através do exercício com genograma (técnica de investigação da multigeracionalidade) de onde vem a seiva que nutre a vida

 

3.5 A CRIANÇA DOS SEUS PAIS

Quem é o nosso cliente? A resposta à esta pergunta nos remete ao nosso lugar enquanto profissional nos conduzindo à muitas compreensões de como trabalhar e o que trabalhar nas constelações individuais. As crianças pertencem ao campo de emoções e implicações dos pais e mostram em si o que os pais vivem.

 

3.6 TOMAR OS PAIS 

Como vemos e tomamos a nossa mãe? Como ela é ou como eu me arrogo a pensar que ela deva ser?  Quais os malefícios consequentes da não tomada dos pais?

 

3.7 FILHOS SÃO A RESSONÂNCIA DOS SEUS PAIS

Os filhos não se permitem serem mais felizes que seus pais!

Este vídeo responde à muitas questões dos alunos no desenvolvimento do constelador e como o constelador pode se trabalhar lembrando, que também, o constelador é a criança dos seus pais e portanto a ressonância dos mesmos.

 

3.8 TOMAR OS PAIS QUANDO NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS

A ilusão dos pais perfeitos. É assim que vivemos nossas expectativas infantis com relação aos nossos pais e muitas vezes não percebemos o quanto eles são apenas pessoas bem normais e, apenas, são as crianças de seus pais – “Tomo você com suas dores, com suas perdas e seus emaranhamentos” – “você é o melhor para mim”

 

3.9. REPETIÇÕES MULTIGERACIONAIS

Quem pode constelar quem? Inicialmente mostra as reflexões sobre a Ordem nas múltiplas gerações para o trabalho do constelador. No sistema familiar, os pais dão e os filhos recebem 

 



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