9. Prática - Dinâmicas de Manejo

9. Prática - Dinâmicas de Manejo

9. Prática - Dinâmicas de Manejo
9. Prática - Dinâmicas de Manejo

O CURSO

9. Prática – Dinâmicas de Manejo

Nesta categoria é mostrado diversas dinâmicas de supervisões de casos realizados com os bonecos. Uma ótima forma de aprender sobre algumas dinâmicas familiares e sobre os posicionamentos dos bonecos. Enfatizando a questão fenomenológica e a entrega do constelador ao campo do cliente. Observamos que as lealdades de pertencimento se encontram presentes nos diferentes casos induzindo à diferentes sintomas.

 

9.1 Crises de ansiedade

Este vídeo mostra um caso de supervisão de um cliente que sofre de crises de ansiedade e por este motivo, busca uma comprovação de sua normalidade. A dinâmica aparente de ansiedade é o sintoma de uma disfunção de ordem.

 

9.2 Tentativa de suicídio

Adolescente de 16 anos que já tentou suicídio e que solicita terapia: “querida mamãe, eu vou no seu lugar”. O vídeo aborda na dinâmica implícita, o amor cego dos filhos que querem salvar seus pais.

 

9.3 Dinâmica de adoção

Além da dinâmica de uma adolescente adotada que não quer falar de seus pais e para esta situação, são sugeridas algumas posturas, este vídeo também aborda reflexões sobre a utilização de bonecos no trabalho terapêutico (uma materialização das conexões da alma).

 

9.4 “Me desligo como você papai”

Uma forma maravilhosa de lealdade no amor onde a cliente mostra através do “desligamento” ou distração mental e confusão, a metáfora da alteração de identidade do pai que rompeu com o avô.

 

9.5 A força das constelações com bonecos

Um caso de aborto provocado no qual o ajudador se envolve pessoalmente quanto ao aborto e percebe seu envolvimento passando mau. O vídeo aponta para a contra transferência do ajudador na sua sensação de “não validação da criança”.

 

9.6 Emaranhamento sistêmico de abuso sexual.

Este vídeo propõe as frases de harmonização da conexão vítima / agressor, abusado / abusador para que a cliente possa sair de seu desamparo e paralisia no medo.

 

9.7 a criança que nasce após um aborto

Constelando a auto exigência: a criança que nasce após um aborto e as dinâmicas consequentes desta posição de nascimento. O desejo da criança em ser vista por seus pais que se encontram envolvidos na perda e que, para isso, se exige e faz muito.

 

9.8 Uma força de ir para frente: constelação de decisão

Constelação da decisão de tomar o trabalho com constelações familiares após o curso. Como um simples trabalho com as imagens internas do cliente podem oferecer a força para ir para frente

 

9.9 A ancestralidade vivida na dor através da dispersão

Um caso claro de vítima e agressor na ancestralidade. A inquietação e a dispersão são os sintomas iniciais relatados. Após o manejo, o vídeo aporta algumas reflexões sobre o mesmo.

 

9.10 Casal um encontro sistêmico

Supervisão de um atendimento de casal. Verificação do emaranhamento sistêmico: o que leva à escolha um do outro?   A responsabilidade de ambos sobre o vínculo. Quem olha para a relação do casal?

 

9.11 A presença do “não” às constelações

Atendimento à uma aluna que diz sim e não ao seu trabalho como consteladora. a representação com os bonecos às suas questões. 

 

9.12 Você não é o homem certo para mim

Supervisão de um atendimento de casal que não sabe se deve se separar ou não. O constelador busca compreender para onde deve olhar frente aos emaranhamentos do casal.

 

9.13 Trabalhando a contra-transferência do caso: você não é o homem certo para mim

As questões do constelador transferidas na cliente. Pergunta sistêmica: o que leva ele a escolher uma mulher que não o valorize e o que leva ela a escolher um homem que ela exclui.

 

9.14 Personificação do padrão de interação “alienado” do cliente

Um caso de supervisão de um atendimento de uma adolescente cujos pais usaram drogas e a adolescente se mostra alienada. Quais as orientações dadas para este trabalho?

 

9.15 O amor na dor: “Igual você mamãe”

Supervisão de um atendimento no qual o cliente é uma criança que sofre maus tratos da mãe por esta identifica-lo com o Pai ao qual a mãe nutre muita raiva

 

9.16 O amor na dor: “Mamãe eu vivo” 

Trabalhando a contra-transferência do constelador no atendimento ao caso da criança que sofre maus tratos pela mãe.

 

9.17 você é o grande papai

Atendimento à queixa – “depois que me separei, não arranjei mais ninguém”. Campos de pertencimento e chapéus no trabalho em tomar o pai desqualificação do pai por causa do alcoolismo.


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